Igreja Primitiva

A Igreja Primitiva

por Jonathas P. Vieira

INTRODUÇÃO

Neste trabalho será tratado brevemente acerca do primeiro período da história da Igreja Antiga: A Igreja Apostólica ou Igreja Primitiva. Nesta fase da Igreja o âmbito em que os relatos históricos mais se focam é quanto ao ambiente em que o cristianismo nasceu, suas bases na vida, morte e ressurreição de Cristo e sua fundação por meio da intervenção divina do Espírito Santo no dia chamado de Pentecostes. Outro assunto também referente a este período é quanto ao crescimento gradual do Cristianismo inicialmente ainda apegado a alguns rudimentos do judaísmo, que conferiram à Igreja uma reputação de seita judaica, até enfim chegar a uma ruptura definitiva.

O LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS

- O DESENVOVIMENTO DA IGREJA PRIMITIVA -

 

Este é o livro do Novo Testamento de autoria do médico amado Lucas. Neste podemos encontrar a descrição canônica acerca do desenvolvimento da Igreja Primitiva desde o dia de Pentecostes em c. 28 – 33 d.C. até a prisão domiciliar do apóstolo Paulo em Roma, em c. 60 – 62 d.C.

 

FUNDAÇÃO DA IGREJA EM JERUSALÉM

 

Em concordância com o escritor Lucas havia reunido um grupo inicial de 120 seguidores de Jesus no quinquagésimo dia após a Páscoa. E vemos que neste dia pela atuação do Espírito Santo ocorreu um evento sobrenatural, pois Deus ali capacitou os apóstolos para efetuarem obras miraculosas a fim de testificarem acerca da veracidade do evangelho do Reino iniciado por Jesus. O desenvolvimento do Cristianismo foi excepcional, pois no primeiro dia já quase três mil pessoas aceitaram a mensagem do Evangelho e foram batizadas, agregando-se ao Cristianismo.

Conforme a Igreja foi crescendo assim também gradativamente aumentou a oposição. O sumo sacerdote e outros líderes judaicos se tornaram algozes opositores da Igreja, por vezes encerrando os apóstolos em prisões, ordenando-lhes castigos e sobrecarregando-lhes de advertências, culminando então numa acirrada perseguição após o estopim do assassinato por apedrejamento do diácono Estêvão. Todavia as oposições e perseguições surtiram um efeito de expansão do Cristianismo, descentralizando-o de Jerusalém.

 

SAMARIA

 

Depois da dispersão provocada pela perseguição o diácono Filipe pregou sobre Cristo numa cidade em Samaria e em seguida Pedro e João foram para lá enviados a fim de confirmarem aqueles que haviam recebido a palavra pregada por Filipe e ministrar sobre eles a unção do Espírito Santo.

 

MENSAGEM DO EVANGELHO AO POVO GENTIO

 

Pedro, o primeiro a pregar o evangelho aos judeus, foi também, oficialmente, o primeiro a levar o evangelho aos gentios. Após receber de Deus uma visão, Pedro foi à casa de Cornélio, o centurião romano, e ali pregou o evangelho de Cristo. E sobre os que ali estavam houve a manifestação do Espírito Santo. Fato que o fez entender resolutamente que o evangelho da graça se estendia também aos gentios.

 

CONTATO COM A ÁFRICA    

 

Mediante os registros de Atos, vemos o diácono Filipe levando a mensagem de Salvação a um encarregado do tesouro de Candace, a rainha da região do Alto Nilo, conhecida como Etiópia, mais precisamente ao Norte do atual Sudão. O eunuco que se dirigia para o seu território após um período de adoração em Jerusalém acolheu a mensagem pregada por Filipe e logo de imediato foi batizado.

SAULO X PAULO

 

O principal perseguidor da Igreja neste período foi Saulo. Ele era um homem de Tarso que estudou em Jerusalém com Gamaliel, o rabino mais renomado do século I. Ele obteve carta de autorização do sumo sacerdote para perseguir e apreender os seguidores de Jesus em Damasco. Foi na estrada para Damasco que Saulo teve um encontro com o Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Filho de Deus ressurreto, e teve sua vida transformada para sempre. Após ouvir os esclarecimentos de Ananias e ser curado de sua cegueira temporária, acatou a mensagem evangélica e imediatamente foi batizado. Após esta fase de conversão, o novo discípulo, que posteriormente passou a ser chamado de Paulo, se deparou com certa desconfiança por parte dos cristãos, tendo até que fugir de Damasco regressando a Jerusalém, onde também encontrou resistência e desconfiança por parte dos discípulos. Todavia Barnabé, que também foi reconhecido como apóstolo, assumiu a causa do discípulo Paulo, conferindo-lhe um voto de confiança e apresentando-o aos apóstolos e discípulos. Depois Saulo retorna para Cilícia, sua terra natal.

 

DENOMINADOS DE CRISTÃOS

 

Como resultado da dispersão os perseguidos foram até a Fenícia, Chipre a Antioquia, levando a mensagem de Jesus a outros judeus. E outros também foram a Antioquia e começaram a pregar também a gregos e gentios. Com isso muitos judeus e gentios de Antioquia creram e passaram a seguir o Senhor Jesus. Quando tal notícia chegou a Igreja em Jerusalém Barnabé foi enviado a fim de investigar a situação dos irmãos em Antioquia, e depois o apóstolo Barnabé se propôs a trazer Paulo que se encontrava em Tarso a fim de ter um auxiliador em seu ministério. Juntos ficaram cerca de um ano em Antioquia ensinando a muitos. Foi justamente senta cidade que os discípulos foram chamados pela primeira vez de cristãos. Após este tempo de ministério em Antioquia aos apóstolos Barnabé e Paulo foram incumbidos de levar uma oferta em dinheiro para os irmãos da Judéia.

 

RITUAIS JUDAICOS X CRISTIANISMO

 

O apóstolo Pedro foi um dos que também saíram de Jerusalém e em vários territórios anunciou o evangelho de Cristo, corroborando com ele os sinais prometidos pelo Senhor Jesus. Ele passou em cidades como Lida e Jope. Nestas missões Deus trabalhara no caráter deste apóstolo pra lhe mostrar a diferença da tradição judaica em face do evangelho de Jesus Cristo, vide sua estadia na casa de um certo curtidor chamado Simão. A questão de os ritos judaicos possuírem significativa influência na comunidade cristã foi um fator de muitos embates e divergências de opiniões, gerando grande controvérsia, por exemplo: “os cristãos gentios do sexo masculino terem de ser circuncidados” como ocorria no judaísmo, e muitas outras questões semelhantes a esta. Por fim em 49 d.C. um concílio de apóstolos e presbíteros se reuniram em Jerusalém com o intuito de delinear uma resolução quanto a este assunto. Chegou-se então a um consenso de que, tendo em vista a salvação se dar por meio da fé em Cristo, os cristãos gentios não precisavam observar os rituais da Lei Mosaica. Este foi um marco crucial de um verdadeiro princípio que diferenciou o cristianismo primitivo das suas origens no judaísmo, permitindo ao Cristianismo estabelecer raízes em comunidades gentias. Tal fato é evidenciado no ministério de Paulo, o apóstolo dos gentios, em seus combates contra os cristãos judaizantes e judeus disfarçados de cristãos, que tentavam deturpar a pureza e simplicidade do ensino da mensagem de Cisto de Salvação por meio da Fé e da Graça.

 

APÓSTOLOS X PAIS APOSTÓLICOS

 

Abaixo segue-se descrito o que a tradição nos informa acerca da morte dos Apóstolos da igreja primitiva: Simão Pedro, André, Tiago, João (o discípulo amado), Filipe, Bartolomeu (Natanael), Levi Mateus, Tiago, Simão, Judas Tadeu, Tomé Dídimo, Matias, Tiago(irmão do Senhor) filho de José, Paulo e Barnabé.

ANDRÉ – O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.

BARTOLOMEU (Natanael) – Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.

FILIPE – Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.

JOÃO – Teve morte natural com idade de 100 anos.

JUDAS TADEU – Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.

MATEUS (Levi) – Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.

MATIAS – Teria sido martirizado na Etiópia.

PAULO – Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70.

SIMÃO PEDRO (Cefas) – Segundo a tradição, sua crucificação verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero. Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.

SIMÃO, o Zelote – Julga-se que morreu crucificado.

TIAGO, filho de Zebedeu – Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.

TIAGO, filho de Alfeu – Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.

TOMÉ DÍDIMO – Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.

TIAGO, IRMÃO DO SENHOR – Foi morto em 62 d.C. O sumo sacerdote Ananus ben Ananus tirou vantagem da falta de controle imperial que ocorreu neste período, para reunir o Sinédrio condenando Tiago “sob acusação de ter violado a Lei” e logo o executou por apedrejamento.

JOSÉ BARNABÉ – Quando Barnabé foi à Síria e a Salamina pregando o evangelho, alguns judeus, tendo-se irritado com o seu extraordinário sucesso, caíram sobre ele quando estava pregando na sinagoga, arrastaram-no para fora e apedrejaram-no até a morte.

Uma vez que os apóstolos foram findando seus respectivos ministérios, novos líderes começaram a emergir, a fim de, concederem prosseguimento a instituição eclesiástica da igreja, tendo como foco a manutenção do verdadeiro evangelho de Cristo e a doutrina dos apóstolos. Esta fase de transição resultou em um aumento significativo de heresias tentando se infiltrar no cristianismo, teorias judaizantes, vãs filosofias, e partidários defensores de uma fé científica, investindo seus empenhos para modelar a característica da Igreja aquém do que foi estipulado por Jesus e os apóstolos. Portanto, fez-se mister a presença dos chamados Pais Apostólicos, que também eram cognominados de apologistas, por causa do modo pelo qual expuseram suas idéias cristãs para preservar a integridade da fé evangélica. A seguir estão mensurados o ditos Pais Apostólicos de maior vulto no seio da igreja, que exerceram grande influência principalmente no momento derradeiro da igreja primitiva, mas continuando na fase seguinte – igreja Católica imperial (95 – c. 150): Clemente de Roma, Inácio, Policarpo, Pseudo-Barnabé e Papias.

 

O CULTO

A partir do dia de Pentecostes vê-se que o estilo de culto no período apostólico parecia ocorrer da seguinte forma:

Os cultos – Eram realizados diariamente, ao ar livre, nas casas dos convertidos, ou como a descrição bíblica nos permite afirmar que bem inicialmente o pórtico de Salomão foi usado para concentrar os convertidos e ali realizarem cultos. Comumente as comunidades cristãs faziam uso das canções que enalteciam Jesus Cristo como verdadeiro Deus.

Com o amadurecimento dos ideais cristãos a liturgia começou a se desenvolver, e o culto parece ter começado a ter a seguinte ordem: Era realizado no dia do sol (domingo), começava com a leitura das memórias dos apóstolos ou dos escritos dos profetas, uma exortação ou homilia acontecia baseada na leitura feita pelo que presidia a reunião; a comunidade de pé prestava oração a Deus, em seguida vinha a celebração da Ceia do Senhor e do beijo da paz, os elementos pão e vinho eram dedicados em ação de graças e oração e a comunidade respondia com um amém, os diáconos distribuíam então os elementos para as casas daqueles que não podiam ter estado na reunião. Por fim tirava-se uma coleta para ajudar as viúvas, os órfãos, os doentes, os prisioneiros e os estrangeiros. A reunião então se encerrava e todos voltavam para as suas casas. (extraído do Didaquê e da primeira apologia de Justino Mártir)

Batismo – A descrição bíblica nos mostra que após a pregação da Palavra imediatamente os convertidos eram conduzidos para o batismo nas águas como um selo de sua conversão.

Santa Ceia – Quanto a esta ordenança as opiniões se dividem. Para uns esta prática ocorria diariamente e, outros acreditam que esta prática era efetuada em alguns dias determinados, por exemplo, nos domingos. A carta do apóstolo Paulo aos coríntios nos permite entender que havia uma grande diferença quanto a realização da santa ceia naquele período para o de nossa era. Nesta santa ceia não se tinha apenas os dois elementos sagrados (vinho e pão), mas sim um grande banquete celebrado particularmente por várias famílias reunidas num determinado ambiente.

Conforme a Tradição cristã foi se desenvolvendo e a posição eclesiástica foi ganhando maior autoridade, estes sacramentos gradativamente foram envoltos de várias designações litúrgicas, incluindo a exclusividade da ministração destes sacramentos por parte desses líderes (bispos, presbíteros). Todavia, no princípio, todo aquele que era convertido e se dispunha a pregar o evangelho, podia também efetuar a ministração do batismo.

Escritura Sagrada – A fonte da pregação e do desenvolvimento da doutrina cristã partiu dos Escritos do Antigo Testamento, e indubitavelmente das informações diretas transmitidas pelos apóstolos acerca dos ensinos de Jesus.

Pregação – A igreja se caracterizou pela pregação ao ar livre em constantes investidas evangelísticas nas quais ocorriam intensa exposição da doutrina evangélica de Salvação por meio da Graça mediante os fundamentos da vida, morte e ressurreição de Cristo Jesus. Com a expansão do evangelho os apóstolos e evangelistas usaram da técnica de irem  nas sinagogas judaicas para que ao ser-lhes concedida a oportunidade (por serem judeus) esclarecerem as questões relacionadas ao Cristianismo e o pleno cumprimento das Escrituras na pessoa de Jesus. Noutras vezes pode se ver também um estilo de pregação em forma de estudos, por vezes muito longos.

Ofertório – Antes da instituição dos diáconos, pelo texto Sagrado deduz-se que inicialmente não se dedicava um período ou um momento específico no culto para a realização da coleta das contribuições, mas sim que as pessoas livremente vinham até os apóstolos e aos seus pés depositavam o que em seus corações propuseram oferecer, a fim de ser igualitariamente dividido entre os irmãos, tanto é que entre os cristãos não haviam pessoas passando necessidades, pois todos mutuamente se auxiliavam. Com o crescimento da Igreja se tornou necessário o estabelecimento democrático de pessoas que estariam responsáveis pela coleta, administração e dispensação correta dessas contribuições (os diáconos).

 

O GOVERNO DA IGREJA PRIMITIVA

 

A origem da administração eclesiástica deve ser creditada a Cristo Jesus, uma vez que foi Ele quem primordialmente estabeleceu doze apóstolos como líderes sobre os discípulos que passariam a ser então os líderes da igreja nascente. Por sua vez os apóstolos tomaram iniciativa de criarem outros cargos na igreja, sempre na direção do Espírito Santo e conforme a necessidade.

Os oficiais que se desenvolveram na igreja podem ser classificados em oficiais carismáticos e oficiais administrativos. Os oficiais carismáticos eram dotados de dons espirituais para exercerem funções do mesmo cunho. Suas principais responsabilidades eram a preservação da verdade do evangelho e sua proclamação inicial. Todavia, quanto aos oficiais administrativos, constituía uma classe cujas responsabilidades eram basicamente administrativas (área material da igreja). Eles eram democraticamente escolhidos, com o consenso de toda a igreja. Os apóstolos especificavam suas atribuições e os empossavam nos cargos depois de terem sido selecionados pela congregação. Diferentemente dos apóstolos e outros líderes carismáticos, esses homens, e , em alguns casos mulheres, operavam e exerciam sua autoridade na igreja e na sua congregação local, e não na Igreja de Cristo como um todo. Estes estavam divididos em uma organização tríplice: bispos, presbíteros e diáconos.

 

 

CONCLUSÃO

                O novo testamento não mostra onde vários dos apóstolos e demais líderes da igreja foram pregar. Todavia, conforme tradições posteriores tem-se a informação de que o apóstolo João passou seus últimos anos em Éfeso e o apóstolo Filipe, em Hierápolis na Turquia. As tradições relacionam os apóstolos Tomé e Bartolomeu à Índia.

A Bíblia Sagrada não revela de que modo ocorreu a expansão do cristianismo por todo Império Romano e além de suas fronteiras.

No entanto, uma análise simplória de Atos dos Apóstolos denota que a igreja apostólica (primitiva) enfrentou severos períodos de perseguição. Pedro se viu livre da prisão mediante intervenção divina; em 44 d.C., o apóstolo Tiago, filho de Zebedeu, foi executado por ordem de Herodes Agripa I, por exemplo.

Os primeiros cristãos tiveram que suportar sofrimentos e perseguições diversas, para isso foi-lhes necessário se revestirem de coragem e esperança em Cristo Jesus para enfrentar a morte. Ainda no período neotestamentário muitos cristãos foram martirizados, nada obstante essas informações não se encontrem no texto bíblico. Vide que em 64 d.C., quando grande parte de Roma foi destruída por um terrível incêndio, o imperador Nero acusou os cristãos por tal acontecimento. Portanto efetuou prisões em massa de cristãos, e mandou que alguns fossem crucificados, queimados ou cobertos com peles de animais selvagens e despedaçados por cães. Houve perseguição também no governo do imperador Domiciano (81 – 96 d.C.). O exílio do apóstolo João na ilha de Patmos ocorreu nesse período.

A perseguição aos cristãos perdurou no governo dos imperadores romanos dos séculos II e III d.C..

 

BIBLIOGRAFIA

 

CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através dos Séculos. Editora Vida Nova, São Paulo: 2008. 2ª ed.

 

LAWRENCE, Paul. Atlas Histórico e Geográfico da Bíblia. Sociedade Bíblica do Brasil, São Paulo: 2008.

 

http://www.renovado.hpg.ig.com.br/apostolos.htm

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ap%C3%B3stolos

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